Eu sei respeitar os limites alheios. Eu sei.
Eu sei que correr pros braços de quem você gosta nem sempre é conveniente.
Eu sei que não saber o que falar e puxar assuntos bobos por puro nervosismo nem sempre é romântico.
Eu sei que fazer elogios simples, por mais que não consigam expressar o que realmente queira dizer, nos torna repetitivos e chatos.
Eu sei que ficar inquieto, procurando por todos os lados, que 'alguém' apareça não é sinônimo de amor.
Até onde precisamos ser compreendidos?
Até que ponto vai o altruísmo? Qual fio que o separa de egoísmo?
É meu medo de ser só mais uma. Eu sei.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
"Tudo passa e eu ainda ando pensando em você."
' O que houve? '
- Nada. Não é nada.
- Tem certeza?
- Sim. Não é nada não.
O problema é conseguir entender o 'nada'. É saber que existem mil coisas pendentes no seu sorriso de meia boca, no olhar piedoso.
Nada é vão e relativo demais quando se está longe.
A solução existe, está perdida entre escrituras, desenhos e músicas.
Está perdida, e você quis perder.
' O que houve? '
- Nada. Não é nada.
- Tem certeza?
- Sim. Não é nada não.
O problema é conseguir entender o 'nada'. É saber que existem mil coisas pendentes no seu sorriso de meia boca, no olhar piedoso.
Nada é vão e relativo demais quando se está longe.
A solução existe, está perdida entre escrituras, desenhos e músicas.
Está perdida, e você quis perder.
sábado, 22 de janeiro de 2011
O espetáculo começou.
Sorrisos, calafrios, arrepios.
Duração de um mês, ou menos.
Estranho. Ainda não cessou!
Controlo, por que não quero, o pulsar.
Descolo, da retina, o olhar mais infindo.
Essa transparência é absurda!
Os sonhos são verdades, sabia?
Ouso, com um toque, desmembrar a vaidade que logo se esvai.
Inacreditável essa lealdade!
Desculpe-me pela fraqueza de, as vezes, desacreditar;
Mas é que é docemente maluca a sensação de ser completa.
Eu te amo!
Duração de um mês, ou menos.
Estranho. Ainda não cessou!
Controlo, por que não quero, o pulsar.
Descolo, da retina, o olhar mais infindo.
Essa transparência é absurda!
Os sonhos são verdades, sabia?
Ouso, com um toque, desmembrar a vaidade que logo se esvai.
Inacreditável essa lealdade!
Desculpe-me pela fraqueza de, as vezes, desacreditar;
Mas é que é docemente maluca a sensação de ser completa.
Eu te amo!
sábado, 15 de janeiro de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Sobre o que talvez nem seja por mim.
Um colo, um afago, um abraço.
Laço, atraso e compasso.
Sou uma, sou toda, sou sua.
Sua criação, seu amor, sua irmã;
Seu guia, sua dependente, seu afã.
Chama, deita mais um pouco.
Permita-me seu aconchego, seu cheiro;
O que me faz sonhar, na realidade o que me faz penar.
Enlouquencia, essencia.
Cuida, cuida e cuida.
Acostume, de costume, a não acostumar.
Fica, não insista, meu coração sabe esperar.
Laço, atraso e compasso.
Sou uma, sou toda, sou sua.
Sua criação, seu amor, sua irmã;
Seu guia, sua dependente, seu afã.
Chama, deita mais um pouco.
Permita-me seu aconchego, seu cheiro;
O que me faz sonhar, na realidade o que me faz penar.
Enlouquencia, essencia.
Cuida, cuida e cuida.
Acostume, de costume, a não acostumar.
Fica, não insista, meu coração sabe esperar.
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