Eu rebato a impossibilidade e dou um tapa no que me diz pra parar.
Infelizmente a vida não tem um freio certeiro. E, se você acha que existe, tente precisar dele. Teste. Não existe. Você vai ficar muito decepcionado.
Porém, mesmo sem freio, uma hora a coisa cansa. Falta combustível. Falta coragem para seguir levando 'não, não, não..'.
A saída é pela direita? Ótimo. Pelo menos existe uma saída.
Então eu fui.. Não sei onde isso vai dar. Mas fui.
Sabe o meu medo? É andar, andar, andar.. E voltar a me perder naquele labirinto outrora comentado.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
'Preste atenção: O mundo é um moinho..'
Ontem eu descobri que meu botão "on/off", na verdade, nunca existiu.
Eu que me gabei tantas vezes sobre o meu poder sobre mim; Eu que gritei aos quatro cantos a minha independência.
É uma pena se atirar no abismo desse jeito, Jéssica. Mas não existe outro jeito.
O fator continua sendo o mesmo.
E sobre se deliciar das armadilhas que a vida nos apronta.. não faz mais sentido.
Hoje eu rogo pela paz, por felicidade. Cansei de brincar de aventura.
Uma hora o coração arrebenta.
É, desta vez, tentar controlar o incontrolável, perecer o imperecível, esquecer o inesquecível.
Sinto medo. Sinto muito medo.
Eu que me gabei tantas vezes sobre o meu poder sobre mim; Eu que gritei aos quatro cantos a minha independência.
É uma pena se atirar no abismo desse jeito, Jéssica. Mas não existe outro jeito.
O fator continua sendo o mesmo.
E sobre se deliciar das armadilhas que a vida nos apronta.. não faz mais sentido.
Hoje eu rogo pela paz, por felicidade. Cansei de brincar de aventura.
Uma hora o coração arrebenta.
É, desta vez, tentar controlar o incontrolável, perecer o imperecível, esquecer o inesquecível.
Sinto medo. Sinto muito medo.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
É tão estranho.
Tem tempo que não escrevo aqui. Tem tempo que não escrevo. Tem tempo que não tenho tempo pras delícias da vida.
Tem tempo que não paro para escutar uma nova canção e degusta-la; Tem tempo que não olho as cores da vida como devo olhar. Tem tempo que não me dedico a ler um livro.
Ter tempo é uma incógnita.
Tenho tido tempo pra lamentar minhas dores, pra me esforçar no trabalho, pra me preocupar com coisas que não me dão felicidade.
Mas, nesse meio-termo de meio-tempo, eu sempre tenho tempo de dizer 'Eu te amo', de rir das peças que a vida me prega, de pensar.. de pensar.. de querer não mais pensar, e continuar pensando, tenho tempo de ficar dengosa, de pedir um carinho, de querer um abraço, e de ficar dengosa de novo.
É tão estranho esse 'Mano velho' tempo. Nos ensina tanto, nos machuca tanto.
Tem tempo que não paro para escutar uma nova canção e degusta-la; Tem tempo que não olho as cores da vida como devo olhar. Tem tempo que não me dedico a ler um livro.
Ter tempo é uma incógnita.
Tenho tido tempo pra lamentar minhas dores, pra me esforçar no trabalho, pra me preocupar com coisas que não me dão felicidade.
Mas, nesse meio-termo de meio-tempo, eu sempre tenho tempo de dizer 'Eu te amo', de rir das peças que a vida me prega, de pensar.. de pensar.. de querer não mais pensar, e continuar pensando, tenho tempo de ficar dengosa, de pedir um carinho, de querer um abraço, e de ficar dengosa de novo.
É tão estranho esse 'Mano velho' tempo. Nos ensina tanto, nos machuca tanto.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O rio que foi pro mar.
Como ela se embala?
Como ela se desmancha?
Como ela se apaixona?
Como ela se transforma?
Como ela ama?
Por um fio.
Por um dengo.
Por um beijo.
Por um selo.
Com um cheiro.
Com um lenço.
Com um couro.
Com um outro.
Deixa um querer.
Deixa um morar.
Deixa um sofrer.
Deixa um amar.
Como ela se desmancha?
Como ela se apaixona?
Como ela se transforma?
Como ela ama?
Por um fio.
Por um dengo.
Por um beijo.
Por um selo.
Com um cheiro.
Com um lenço.
Com um couro.
Com um outro.
Deixa um querer.
Deixa um morar.
Deixa um sofrer.
Deixa um amar.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Sobre o que eu queria ter coragem pra dizer
Eu não quero mais.
É Sério.
Nunca falei tão sério na minha vida.
Quero que vá embora pra sempre.
Quero que desapareça, me esqueça..
SAIA DE MIM.
=/
É Sério.
Nunca falei tão sério na minha vida.
Quero que vá embora pra sempre.
Quero que desapareça, me esqueça..
SAIA DE MIM.
=/
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sobre o que não dava mais pra silenciar.
É uma menina.
Menina vestida de mulher, mas é uma menina.
Menina com força de um leão, mas é uma menina.
Menina-mãe, mas é uma menina.
Menina com a garra de militantes, mas é uma menina.
Uma menina que chora, que faz bico, que fica de birra e que ainda
se dói quando não ganha. Se dói, e não dói a ela mesma. Dói a todos, dói e deixa um sentimento de ' deveria ter feito mais. '
Até que ponto devemos crescer, Claudia Leitte?
Até onde VOCÊ quer crescer?
Perder a essência? Essa conversa ja está ultrapassada. Você deveria saber que, com o tempo, se a essência não for bem condicionada, ela se acaba.
Se acaba de um jeito que nem rastro deixa.
Uma pena?
Para mim - e muitos que te acompanham - sim. E para você?
Você sabe quem você é?
Você sabe o que te faz feliz além do obvio (Seus pais, seus irmãos, seu marido e seu filho)?
E se isso for questionado, mecanicamente você dirá: Meus fãs e a musica.
Mas, no íntimo, você sabe mesmo?
Lembro-me de quando a musica era um prazer imensurável, que seus fãs (que se confundiam com seus amigos), te arrancavam sorrisos bobos e sinceros. Que o reconhecimento era uma mera consequencia e tudo te alegrava.
Então, Claudia Leitte, não me venha com palavras de contentamento.
Você pode mais, não pode? Ou você apenas quer poder?
O fardo está pesado? Te faltaram ombros para carrega-los?
Peça ajuda, Claudia Leitte. Quem sabe ainda tenha alguém disposto a carrega-lo com você.
Menina vestida de mulher, mas é uma menina.
Menina com força de um leão, mas é uma menina.
Menina-mãe, mas é uma menina.
Menina com a garra de militantes, mas é uma menina.
Uma menina que chora, que faz bico, que fica de birra e que ainda
se dói quando não ganha. Se dói, e não dói a ela mesma. Dói a todos, dói e deixa um sentimento de ' deveria ter feito mais. '
Até que ponto devemos crescer, Claudia Leitte?
Até onde VOCÊ quer crescer?
Perder a essência? Essa conversa ja está ultrapassada. Você deveria saber que, com o tempo, se a essência não for bem condicionada, ela se acaba.
Se acaba de um jeito que nem rastro deixa.
Uma pena?
Para mim - e muitos que te acompanham - sim. E para você?
Você sabe quem você é?
Você sabe o que te faz feliz além do obvio (Seus pais, seus irmãos, seu marido e seu filho)?
E se isso for questionado, mecanicamente você dirá: Meus fãs e a musica.
Mas, no íntimo, você sabe mesmo?
Lembro-me de quando a musica era um prazer imensurável, que seus fãs (que se confundiam com seus amigos), te arrancavam sorrisos bobos e sinceros. Que o reconhecimento era uma mera consequencia e tudo te alegrava.
Então, Claudia Leitte, não me venha com palavras de contentamento.
Você pode mais, não pode? Ou você apenas quer poder?
O fardo está pesado? Te faltaram ombros para carrega-los?
Peça ajuda, Claudia Leitte. Quem sabe ainda tenha alguém disposto a carrega-lo com você.
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