"Tudo passa e eu ainda ando pensando em você."
' O que houve? '
- Nada. Não é nada.
- Tem certeza?
- Sim. Não é nada não.
O problema é conseguir entender o 'nada'. É saber que existem mil coisas pendentes no seu sorriso de meia boca, no olhar piedoso.
Nada é vão e relativo demais quando se está longe.
A solução existe, está perdida entre escrituras, desenhos e músicas.
Está perdida, e você quis perder.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
O espetáculo começou.
Sorrisos, calafrios, arrepios.
Duração de um mês, ou menos.
Estranho. Ainda não cessou!
Controlo, por que não quero, o pulsar.
Descolo, da retina, o olhar mais infindo.
Essa transparência é absurda!
Os sonhos são verdades, sabia?
Ouso, com um toque, desmembrar a vaidade que logo se esvai.
Inacreditável essa lealdade!
Desculpe-me pela fraqueza de, as vezes, desacreditar;
Mas é que é docemente maluca a sensação de ser completa.
Eu te amo!
Duração de um mês, ou menos.
Estranho. Ainda não cessou!
Controlo, por que não quero, o pulsar.
Descolo, da retina, o olhar mais infindo.
Essa transparência é absurda!
Os sonhos são verdades, sabia?
Ouso, com um toque, desmembrar a vaidade que logo se esvai.
Inacreditável essa lealdade!
Desculpe-me pela fraqueza de, as vezes, desacreditar;
Mas é que é docemente maluca a sensação de ser completa.
Eu te amo!
sábado, 15 de janeiro de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Sobre o que talvez nem seja por mim.
Um colo, um afago, um abraço.
Laço, atraso e compasso.
Sou uma, sou toda, sou sua.
Sua criação, seu amor, sua irmã;
Seu guia, sua dependente, seu afã.
Chama, deita mais um pouco.
Permita-me seu aconchego, seu cheiro;
O que me faz sonhar, na realidade o que me faz penar.
Enlouquencia, essencia.
Cuida, cuida e cuida.
Acostume, de costume, a não acostumar.
Fica, não insista, meu coração sabe esperar.
Laço, atraso e compasso.
Sou uma, sou toda, sou sua.
Sua criação, seu amor, sua irmã;
Seu guia, sua dependente, seu afã.
Chama, deita mais um pouco.
Permita-me seu aconchego, seu cheiro;
O que me faz sonhar, na realidade o que me faz penar.
Enlouquencia, essencia.
Cuida, cuida e cuida.
Acostume, de costume, a não acostumar.
Fica, não insista, meu coração sabe esperar.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Eu rebato a impossibilidade e dou um tapa no que me diz pra parar.
Infelizmente a vida não tem um freio certeiro. E, se você acha que existe, tente precisar dele. Teste. Não existe. Você vai ficar muito decepcionado.
Porém, mesmo sem freio, uma hora a coisa cansa. Falta combustível. Falta coragem para seguir levando 'não, não, não..'.
A saída é pela direita? Ótimo. Pelo menos existe uma saída.
Então eu fui.. Não sei onde isso vai dar. Mas fui.
Sabe o meu medo? É andar, andar, andar.. E voltar a me perder naquele labirinto outrora comentado.
Infelizmente a vida não tem um freio certeiro. E, se você acha que existe, tente precisar dele. Teste. Não existe. Você vai ficar muito decepcionado.
Porém, mesmo sem freio, uma hora a coisa cansa. Falta combustível. Falta coragem para seguir levando 'não, não, não..'.
A saída é pela direita? Ótimo. Pelo menos existe uma saída.
Então eu fui.. Não sei onde isso vai dar. Mas fui.
Sabe o meu medo? É andar, andar, andar.. E voltar a me perder naquele labirinto outrora comentado.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
'Preste atenção: O mundo é um moinho..'
Ontem eu descobri que meu botão "on/off", na verdade, nunca existiu.
Eu que me gabei tantas vezes sobre o meu poder sobre mim; Eu que gritei aos quatro cantos a minha independência.
É uma pena se atirar no abismo desse jeito, Jéssica. Mas não existe outro jeito.
O fator continua sendo o mesmo.
E sobre se deliciar das armadilhas que a vida nos apronta.. não faz mais sentido.
Hoje eu rogo pela paz, por felicidade. Cansei de brincar de aventura.
Uma hora o coração arrebenta.
É, desta vez, tentar controlar o incontrolável, perecer o imperecível, esquecer o inesquecível.
Sinto medo. Sinto muito medo.
Eu que me gabei tantas vezes sobre o meu poder sobre mim; Eu que gritei aos quatro cantos a minha independência.
É uma pena se atirar no abismo desse jeito, Jéssica. Mas não existe outro jeito.
O fator continua sendo o mesmo.
E sobre se deliciar das armadilhas que a vida nos apronta.. não faz mais sentido.
Hoje eu rogo pela paz, por felicidade. Cansei de brincar de aventura.
Uma hora o coração arrebenta.
É, desta vez, tentar controlar o incontrolável, perecer o imperecível, esquecer o inesquecível.
Sinto medo. Sinto muito medo.
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